domingo, 16 de setembro de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
O VERDADEIRO AMOR
Um famoso professor se encontrou com um grupo de jovens que falava contra o casamento. Argumentavam que o que mantém um casal é o romantismo e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga, em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.
O mestre disse que respeitava sua opinião, mas lhes contou a seguinte história:
Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados. Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção: “- Meus filhos foram 55 bons anos… Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem ideia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.”.
Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou: “- Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, e perdoamos nossos erros…
Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por quê? Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso. ”Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim…”.
Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: “Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.” E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.
Autor desconhecido
O mestre disse que respeitava sua opinião, mas lhes contou a seguinte história:
“Meus pais viveram 55 anos casados.” Numa manhã minha mãe descia as escadas para preparar o café e sofreu um enfarto. Meu pai correu até ela, levantou-a como pôde e quase se arrastando a levou até à caminhonete. Dirigiu a toda velocidade até o hospital, mas quando chegou, infelizmente ela já estava morta. Durante o velório, meu pai não falou.
Ficava o tempo todo olhando para o nada. Quase não chorou. Eu e meus irmãos tentamos, em vão, quebrar a nostalgia recordando momentos engraçados. Na hora do sepultamento, papai, já mais calmo, passou a mão sobre o caixão e falou com sentida emoção: “- Meus filhos foram 55 bons anos… Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não tem ideia do que é compartilhar a vida com alguém por tanto tempo.”.
Fez uma pausa, enxugou as lágrimas e continuou: “- Ela e eu estivemos juntos em muitas crises. Mudei de emprego, renovamos toda a mobília quando vendemos a casa e mudamos de cidade. Compartilhamos a alegria de ver nossos filhos concluírem a faculdade, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiam. Oramos juntos na sala de espera de alguns hospitais, nos apoiamos na hora da dor, e perdoamos nossos erros…
Filhos, agora ela se foi e estou contente. E vocês sabem por quê? Porque ela se foi antes de mim e não teve que viver a agonia e a dor de me enterrar, de ficar só depois da minha partida. Sou eu que vou passar por essa situação, e agradeço a Deus por isso. ”Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim…”.
Quando meu pai terminou de falar, meus irmãos e eu estávamos com os rostos cobertos de lágrimas. Nós o abraçamos e ele nos consolava, dizendo: “Está tudo bem, meus filhos, podemos ir para casa.” E, por fim, o professor concluiu: Naquele dia entendi o que é o verdadeiro amor. Está muito além do romantismo, e não tem muito a ver com o erotismo, mas se vincula ao trabalho e ao cuidado a que se professam duas pessoas realmente comprometidas.
Quando o mestre terminou de falar, os jovens universitários não puderam argumentar. Pois esse tipo de amor era algo que não conheciam. O verdadeiro amor se revela nos pequenos gestos, no dia-a-dia e por todos os dias. O verdadeiro amor não é egoísta, não é presunçoso, nem alimenta o desejo de posse sobre a pessoa amada.
“Quem caminha sozinho pode até chegar mais rápido, mas aquele que vai acompanhado com certeza chegará mais longe e terá a indescritível alegria de compartilhar, alegria esta que a solidão nega a todos que a possuem…”.
Autor desconhecido
...eu perto de um gatinho ai...
Oi como vai? pergunta estúpida!
Já tá na cara o amor que eu sinto por você
Falo pouco, fico estranho, desatento.
Quero vento, quero tempo, quero fogo...
<3 <3 <3 <3 <3 <3
Desculpa se eu não rio...
Se levo tão a sério...
Quando te olho eu tremo!
Me perdi no seu encanto
E o meu coração dói tanto...
Já tá na cara o amor que eu sinto por você
Falo pouco, fico estranho, desatento.
Quero vento, quero tempo, quero fogo...
<3 <3 <3 <3 <3 <3
Desculpa se eu não rio...
Se levo tão a sério...
Quando te olho eu tremo!
Me perdi no seu encanto
E o meu coração dói tanto...
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
E eu amei você :@
E eu amei você como se fosse à única pessoa da terra, e você
não cuidou desse amor... Deixo-o morrer
sem ar, sem esperanças. Agora que já me acostumei a ficar sem ele... Você
aparece do nada como se eu tivesse que ficar estagnada no tempo esperando você,
desculpe, mas, o tempo paço e você ficou lá atrás, nas lembranças nem sempre
felizes da minha vida, mas, se te serve de consolo você vai sempre ta nas
minhas lembranças no meu passado! Faça
como eu siga em frente e torça pra que tudo passe e que não fique nenhuma marca
irreversível... E quer saber eu to feliz porque esse amor não conseguiu
destruir tudo que tinha dentro do meu coração...
quarta-feira, 30 de maio de 2012
"Ser eu"
*-* Às vezes vestimos tão bem as mascaras que quando a tiramos não sabemos quem somos... De tanto tentar ser quem os outros esperam que eu seja... Já não sei, mas quem sou... Do que gosto, pra onde gosto de ir, de quem gosto, como eu sou? Quem sou eu? Tudo que eu queria era “ser eu” mas a mascara se impregno de tal forma em mim, que não sei como “ser eu” como voltar pra mim... *-*
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Corrida de sapos
Era uma vez uma corrida de sapinho.
Eles tinham que subir uma grande torre, e atrás havia uma multidão, muita gente para torcer por eles. Começou a competição e a multidão dizia: não vão conseguir! E os sapinhos um a um iam desistindo. Menus um que continuava subindo.
A multidão continuava aclamando:
Não vão conseguir!
E mais sapinhos iam desistindo. Menos um que continuava subindo tranquilamente...
No final da competição, todos realmente haviam desistido, com exceção de um. As pessoas, curiosas para saber o que tinha acontecido, foram perguntar ao sapinho como ele coseguiu chegar ate o topo da torre?
Todos ficaram surpresos ao saber que ele era SURDO! E por isso não tinha conseguido ouvir os outros falando que não ia conseguir.
Autor: desconhecido
Eles tinham que subir uma grande torre, e atrás havia uma multidão, muita gente para torcer por eles. Começou a competição e a multidão dizia: não vão conseguir! E os sapinhos um a um iam desistindo. Menus um que continuava subindo.
A multidão continuava aclamando:
Não vão conseguir!
E mais sapinhos iam desistindo. Menos um que continuava subindo tranquilamente...
No final da competição, todos realmente haviam desistido, com exceção de um. As pessoas, curiosas para saber o que tinha acontecido, foram perguntar ao sapinho como ele coseguiu chegar ate o topo da torre?
Todos ficaram surpresos ao saber que ele era SURDO! E por isso não tinha conseguido ouvir os outros falando que não ia conseguir.
Autor: desconhecido
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